Cooperativismo ganha força em 2022

Segundo levantamento recente conduzido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), tomando por base dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os municípios brasileiros que têm a presença efetiva de cooperativas apresentam Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) médio de 0,701 contra 0,666 para cidades não servidas. O fato demonstra que o cooperativismo tende a ser um dos grandes impulsionadores da economia em 2022, especialmente com os aprendizados trazidos pela pandemia ao longo dos últimos anos.

O momento também auxilia o segmento a quebrar barreiras nos centros urbanos, onde sempre encontraram mais dificuldades de penetração em comparação com cidades do interior. “Quanto mais as pessoas percebem que não estão encontrando serviços no mercado tradicional, mais acabam exercitando essas ferramentas coletivas. O cooperativismo nada mais é do que um grupo de pessoas com objetivos em comum dando acesso a essas ferramentas ou serviços para outras pessoas”, explica Mauri Alex de Barros Pimentel, diretor financeiro do Instituto Brasileiro de Estudos em Cooperativismo e professor convidado do ISAE Escola de Negócios.

A participação em cooperativas torna o jogo mais justo. Diferente dos modelos empresariais tradicionais, onde a organização precisa rentabilizar com o cliente para pagar um “prêmio” ao investidor, nas cooperativas o próprio cliente é o dono do negócio e este só existe para servi-lo adequadamente e a um preço justo. “A vocação do cooperativismo é fornecer desenvolvimento local, uma vez que entregam para a própria sociedade o poder sobre as relações de trabalho e consumo, bem como os resultados advindos da atividade econômica por ela própria desenvolvida”, aponta o especialista.

Concessões de crédito

Pesquisa realizada pelo SEBRAE em parceria com a Fundação Getúlio Vargas mostrou que as cooperativas foram essenciais para muitos micro e pequenos empresários, visto que a taxa de sucesso na concessão dos créditos solicitados neste período superam 31% ,nas cooperativas contra apenas 12% em bancos privados e 9% em bancos públicos. Para Pimentel, a explicação para este fato é relativamente simples: “o cooperativismo nasce da crise e é impulsionado por ela”. “As cooperativas são muito mais efetivas na concessão de crédito. Por estarem próximas de seus cooperados, mitigam mais esse risco do que os bancos”, afirma o professor do ISAE.

E as perspectivas para o segmento são animadoras. O próprio Banco Central espera um aumento significativo da participação das cooperativas no sistema financeiro nacional. A expectativa é que estes empreendimentos representem mais de 20% do mercado até o final de 2022, proporcionando inclusão e cidadania financeira a milhares de brasileiros, principalmente àqueles de regiões com baixa perspectiva de lucro. “Como a cooperativa tem no centro de suas atenções o atendimento e a melhoria da qualidade de vida do cooperado, sua estrutura é enxuta o bastante para permitir esta operação em condições competitivas, cumprindo assim o seu papel desenvolvimentista e de inclusão social”, complementa Mauri Alex de Barros Pimentel.

Fonte: Agrolink

Pantone divulga a Cor do Ano 2022

A Pantone, referência mundial em sistemas de cores, divulgou na quarta-feira, dia 8 de dezembro, a cor do ano 2022: PANTONE 17-3938 Very Peri. Ao anunciar a cor do ano, a empresa frisou que a tonalidade escolhida “nos ajuda a abraçar esta paisagem alterada de possibilidade, abrindo-nos para uma nova visão, enquanto reescrevemos nossas vidas”.

A decisão pela cor Very Peri tem ligação direta com o momento atual em que vivemos, quando começamos a sair de um longo período de isolamento, em decorrência da pandemia, e as noções e padrões de nossas vidas física e digital já se encontram convergindo.

Para o vice-presidente do Pantone Color Institute, “a criação de uma nova cor, pela primeira vez na história de nosso programa educacional de cores PANTONE Color of the Year, reflete a inovação e transformação globais que estão ocorrendo”.

Para chegar à seleção, a cada ano, os especialistas em cores da Pantone no Pantone Color Institute ™ vasculham o mundo em busca de novas influências de cores. Isso pode incluir a indústria do entretenimento e filmes em produção, coleções de arte em viagem e novos artistas, moda, todas as áreas do design, destinos de viagens populares, bem como novos estilos de vida, estilos de diversão e condições socioeconômicas. As influências também podem advir de novas tecnologias, materiais, texturas e efeitos que afetam a cor, plataformas de mídia social relevantes e até eventos esportivos futuros que capturam a atenção mundial.

Color Harmonies

Fonte: https://www.pantone.com/

Protea é destaque no desfile da designer Patrícia Bonaldi

Que as proteas são flores exuberantes, não é novidade pra ninguém. Por isso mesmo, elas sempre são destaque nos arranjos e nas decorações. Mas, de vez em quando, elas também brilham em outros ‘ambientes’.

Foi o que aconteceu na última edição do New York Fashion Week (NYFW)! A designer brasileira, Patrícia Bonaldi, escolheu a protea para estampar a coleção de primavera/verão 2022 de sua marca, a PatBo.

O resultado ficou incrível e vocês podem conferir nas fotos deste post!

No Brasil, a venda dessas flores pré-históricas (sim, fósseis de 300 milhões de anos provam que essa é de fato uma das plantas mais antigas do mundo) é exclusividade Cooperflora e sua produção fica por conta do nosso cooperado Fazenda Alpes, pertencente ao grupo Reijers.

Sustentabilidade na floricultura internacional

A empresa brasileira G2D, de investimentos em tecnologia e gestora da GP Investments acaba de aportar recursos da ordem de US$10 milhões na inglesa Freddie’s Flowers, sediada em Londres. A floricultura é especializada na venda de assinaturas de flores e é considerada sustentável. Foi a primeira rodada de investimentos feita pela empresa e angariou um aporte total de US$ 60 milhões.

Para neutralizar a emissão de carbono na atmosfera, além de bicicletas elétricas utilizadas em 30% de suas entregas, a empresa se compromete com o plantio de árvores na Amazônia e na Europa. As suas embalagens não utilizam plásticos. Além disso, as flores comercializadas só são colhidas depois de vendidas. A Freddie’s Flowers é certificada quanto à sua neutralização na emissão de carbono.

Os recursos obtidos serão aplicados para a expansão de mercado, em um primeiro momento concentrado na Europa. A companhia detém uma carteira de 130 mil assinantes e tem crescido 72% ao ano, desde 2016.

A transação ocorre no âmbito da emergente explosão de negócios de captação de recursos por empresas associadas à ESG (Environmental, Social and Governance).

Fonte: Hórtica Consultoria. Estudos de Tendências e Inteligência de Mercado. Freddie’s Flowers, London

Imagem: The TimesSports Shoes | Kids Air Jordan — Ietp

O simbolismo das flores nas Olimpíadas de Tóquio-2020

As flores têm papel importante na 32ª edição dos Jogos Olímpicos, realizada na cidade de Tóquio, no Japão. Presentes nos buquês entregues aos atletas medalhistas, elas simbolizam a reconstrução do país, atingido pelo desastre nuclear de Fukushima, em 2011.

Para a construção dos buquês olímpicos, desenhados pelo Conselho de Flores Nippon, os artistas optaram por flores de áreas atingidas pelo desastre. Foram escolhidos girassóis de Miyagi, lisianthus e selos-de-salomão de Fukushima, gencianas de Iwate e aspidistras de Tóquio.

Os buquês têm, aproximadamente, 17 cm de diâmetro e 28 cm de altura e são formados por flores naturais. Por este motivo, o arranjo é finalizado com uma espécie de bolsa com água, em forma de gel, que garante o frescor das plantas por mais tempo.

Além disso, a versão olímpica dos buquês conta com as réplicas do mascote dos Jogos Olímpicos, o Miraitowa, que tem seu nome formado da combinação de palavras japonesas que representam futuro e eternidade.

Um total de 5000 réplicas serão produzidas para entrega nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Drive-in matrimonial

Nos últimos mesestemos falado de algumas alternativas ao casamento tradicional para garantir a segurança dos noivos e dos convidados e, na semana passada, o “Estado de S. Paulo” trouxe mais uma matéria sobre eventos diferenciados e a modalidade da vez é o drive-in. 

Anderson Oliveira Ometo e Kelly Duarte se casaram nTransamerica Drive-In em Alphaville com direito a transmissão por telão, sorteio do buquê pela placa do carro e, claro, todos os convidados dentro de seus carros, além de transmissão online para quem preferiu ficar em casa. local em que foi realizado suportaria 200 veículos, mas, para reforçar o distanciamento, a quantidade caiu para 70 e só era possível sair do automóvel com aviso prévio para usar o banheiro ou ir ao bistrô, onde foram servidas as refeições, e as bebidas (todas não alcoólicas) eram servidas no veículo. 

Um casamento assim pode ser orçado a partir de R$ 25 mil, com aluguel do espaço, estrutura de LED, som, luz, serviço de catering e bufê e manobristas, segundo Leo Rizzo, CEO da Soccer Hospitality, uma das idealizadoras do Drive-In FunfestDisse ainda que esse evento, que apareceu até na televisão, pareceu ter acendido uma faísca nas noivas e receberam mais de 40 pedidos de orçamento após. 

Em Pernambuco, na cidade de Aldeia, esse mercado também tem se adaptado. A assessoria de casamentos Barradas Cerimonial realizou um evento em um lugar paradisíaco, embaixo de uma árvore, o sonho do casal.  

A empresa organizou lugar para o espaçamento dos carros, aferição de temperatura na entrada e um esquema de comunicação por WhatsApp: todos os convidados estavam em um grupo no aplicativo e, por ele, faziam o controle de quem precisava sair do carro para ir ao banheiro, por exemplo, contou Tayna Alves, sócia do Barradas Cerimonial. Além disso, todo o bufê e bolos foram servidos em caixinhas no próprio carro. A foto com os noivos foi, também, diferente e era tirada com o casal próximo ao carro, sem contato físico. 

Todos esses eventos adaptados à situação continuam dando esperança para o mercado de eventos e para os casais que planejavam fazer o esperado casamento nesse ano e, para nós, felicidade em ver esses momentos de alegria e emoção acontecendo e sendo compartilhados. 

Casamento virtual!

Desde o início da pandemia, alternativas vêm sendo buscadas para substituir momentos importantes e marcantes, mas, que geravam aglomerações, como o casamento. Há algumas semanas, compartilhamos a história de um casal que resolveu fazer o casamento via live do Instagram e, aparentemente, essa tendência pode vir para ficar. 

A revista Forbes, no dia 14 de julho, publicou uma matéria sobre um casal que realizou a cerimônia virtual em um hotel, o The Post Oak, por meio de um pacote oferecido pelo local. Esses, inclusive, estão sendo cada vez mais comuns, como o hotel Lagham, que recentemente lançou o The Essential Langham Wedding, um pacote que inclui uma sala para até 25 participantes, um juiz de paz, uma sessão de fotos de duas horas, champanhe, bolo, uma noite no o hotel e, é claro, serviços de teleconferência para convidados virtuais. 

O importante de tudo isso é que o momento de felicidade e emoção ainda consegue ser realizado e compartilhado com responsabilidade e de acordo com as normas de segurança para proteção contra o COVID-19. 

 

 

 

Casamento em tempos de coronavírus

Com a crise do corona vírus e a necessidade de isolamento social, estamos nos deparando com a remarcação e adiamento de vários eventos, dentre esses, casamentos. Em meio à decepção e muitas lágrimas de noivos e convidados, surgiu uma luz no fim do túnel: as vídeo-chamadas e lives.

Em uma matéria pelo site Estadão, conhecemos a história de um casal, Erick e Laíss, que, aflitos em ter que cancelar o evento, resolveram realizar o matrimônio nas últimas horas de funcionamento dos cartórios e transmitiram a cerimônia para família, amigos e todos os seguidores em uma live no Instagram, com direito a um almoço a dois na varanda de casa com comida pedida por delivery.

Vimos também a surpresa feita para Ana Carolina e Mateus, que, apesar de terem adiado a festa para setembro, foram surpreendidos por uma ligação em grupo com muitos amigos e membros da família. Os noivos contam que essa acabou sendo uma prévia da cerimônia oficial.

Nos Estados Unidos, algumas agências estão, inclusive, se propondo a realizar casamentos online, com direito até a certidões oficiais, remetendo a outro serviço existente nas épocas de guerra, onde uniões eram realizadas à distância por meio de procurações.

E aí, alguém mais viveu algo parecido? Compartilha sua história com a gente! Mande um e-mail para marketing@cooperflora.com.br ou comente aqui no post.

 

Leia a matéria na íntegra:

https://cultura.estadao.com.br/blogs/divirta-se/casamento-em-tempos-de-coronavirus-lives-e-videochamadas-viram-alternativa-para-noivos/

A produção no campo não para!

Em meio ao caos em torno do COVID-19, fazemos o nosso possível com rotação de colaboradores, álcool em gel, máscaras e a conscientização de todos. Mas a natureza não espera. A produção não para. E o mercado parou.
Então, durante esse período, pense também nos produtores de flores: fique em casa, pois nós não podemos. Devemos continuar fazendo a manutenção dos nossos canteiros e nossas flores, nosso ganha pão.
Vai fazer compras para alguém no supermercado? Aproveite e leve alegria através de um maço de flores. Alguém te ajudou a cuidar dos seus filhos, quando você teve que trabalhar? Agradeça com flores. Muitas floriculturas estão trabalhando com delivery.

A flor é um alimento para alma e traz diversos benefícios para a nossa saúde física e mental!

 

Você conhece a verdadeira origem das tulipas?

A tulipa pertence ao gênero das angiospermas e faz parte da família das liliáceas, possui cores e formas variadas e uma única flor solitária que é formada por seis pétalas. A espécie é originária da Turquia e foi levada até os Países Baixos pelo botânico Conrad Von Gesner por volta de 1560, se tornando a grande paixão dos holandeses e a quarta maior fonte de renda do país.

O nome da espécie foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend que, posteriormente, foi afrancesada para tulipe, relembrando uma espécie de chapéu ou adorno que os homens do oriente médio usam na cabeça até os dias de hoje e considerando a forma da flor invertida. Algumas referências defendem que as tulipas são originárias da China e transportadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia nos anos seguintes. De qualquer forma, o cultivo do bulbo teve fácil adaptação na Holanda e é por esse motivo que a planta fez tanto sucesso no país, sendo a cidade de Lisse a área mais antiga de cultivo da espécie. 

Essa flor é ornamental, muito cultivada por conta da sua beleza,  utilizada nas áreas de decoração e paisagismo, conhecida também como mensageira da primavera e podendo atingir de 30 a 60 cm de altura. 

O símbolo da Holanda é a tulipa, cultivada em grandes jardins que são abertos para visitação na época da primavera, como por exemplo o Parque Keukenhof, fundado em 1949 por um grupo de 20 produtores de bulbos, conhecido como o Parque das Tulipas e considerado a vitrine da floricultura holandesa com sete milhões de flores que formam grandes tapetes coloridos e servem para expor o trabalho de mais de 500 cultivadores, recebendo a visita de mais de 800 mil pessoas no mês.

A crise das tulipas – também conhecida como: mania das tulipas, tulipomania, tulipamania, febre da  tulipa ou bolha da tulipa – aconteceu no século XVII e foi a primeira bolha especulativa que se conhece na história. Após a introdução da flor na Holanda, sua apreciação cresceu muito e os preços da flor aumentavam cada vez mais rápido, tornando o comércio de bulbos de tulipas bastante lucrativo. As pessoas, de todas as classes sociais, vendiam seus bens para investir em tulipas e em meados da década de 1630, surgiram contratos futuros para negociar os bulbos antes mesmo da sua colheita. Em 1637, um comprador da cidade de Haarlem não honrou seu contrato de compra das tulipas holandesas e o fato resultou em pânico generalizado no mercado da espécie, fazendo os preços da planta despencaram em poucos dias. A bolha das tulipas, finalmente, havia estourado na Holanda.

Muitos compradores que haviam dado todas as suas propriedades para ter uma única tulipa passaram a ter, da noite para o dia, uma flor sem nenhum valor no mercado. Já outros investidores decidiram ter a mesma atitude do comprador de Haarlem e não honraram os contratos de venda das tulipas – levando os vendedores da espécie à falência. A confusão ficou ainda maior quando descobriu-se que alguns vendedores de tulipas falsificavam os próprios títulos da planta e vendiam, portanto, mais bulbos do que realmente tinham. Os compradores sumiram, o valor de mercado das tulipas despencou e, de uma hora para outra, elas já não valiam mais nada.

O caos dessa bolha financeira das tulipas foi tão grande no país que o governo holandês tentou intervir e ofereceu 10% do valor original de cada um dos contratos emitidos para honrá-los na bolsa. Porém, a intervenção só fez o mercado despencar ainda mais. A primeira bolha do mercado financeiro mundial resultou em uma forte depressão econômica que demorou anos para ser superada. A crise das tulipas também deixou cicatrizes nos investidores da Holanda: depois dela, os holandeses passaram, enfim, a olhar com grande desconfiança para qualquer investimento especulativo.

Atualmente, a Holanda é a maior produtora de tulipas do mundo, sendo responsável pela exportação de dois bilhões de bulbos para mais de 80 países em todo o mundo, inclusive para o Brasil, movimentando cerca de € 5 bilhões por ano. Em nosso país, a flor é especialmente cultivada na cidade de Holambra, que importa os bulbos para o plantio e venda. O município, localizado no interior do estado de São Paulo, é formado por imigrantes holandeses e abastece o consumo interno das flores no Brasil, exportando-as principalmente para os Estados Unidos.

A espécie comercializada pelo Planten de Holambra, um dos produtores associados da Cooperflora, está disponível em diversas tonalidades, desde flores com cores únicas até tulipas bicolores.

A Cooperflora

Criada em 1999 por um grupo de produtores de Holambra, a Cooperflora tem como competência-chave levar flores de qualidade a todas as regiões do Brasil, e, assim, valorizar e desenvolver a produção de nossos cooperados. 

Baseado em um banco de dados on-line, o “Sistema Integrado de Gestão” da Cooperflora – SINC, é alimentado pelos próprios produtores que disponibilizam informações sobre quantidade, qualidade, preço e prazo de entrega de seus produtos. Tudo isso pode ser acessado em tempo real pelos clientes cadastrados via internet ou através do suporte da nossa equipe comercial, por telefone, permitindo compra e venda 24 horas por dia, sete dias por semana. Desta forma, garantimos um processo de venda ágil e uma comunicação dinâmica entre produtor, cooperativa e mercado. 

As flores comercializadas podem ser retiradas em qualquer uma de nossas Unidades de Negócios (em Brasília, São Paulo e Campos de Holambra, em Paranapanema), ou ainda, no Box da Cooperflora no CEASA Campinas.

Ser especialista em flores vai além de saber o nome científico de todas as espécies, é ser apaixonado e não medir esforços para cultivar e entregar flores de qualidade para todo o país, no varejo e no atacado. Provocar o sorriso nas pessoas, em todas elas, seja naquela que cultiva as sementes nas fazendas, cria arranjos maravilhosos ou apenas rega seu pequeno vaso todos os dias. 

Nossos produtores farmácia são cuidadosos e experientes, desenvolvem e têm acesso às melhores tecnologias, o que permite uma produção de alto nível. Nossas flores são bem tratadas do começo ao fim, graças à excelência dos nossos processos logísticos e comerciais, que garantem comodidade, proximidade e personalização a cada pedido. Entendemos cada detalhe sobre a relação entre as flores e as pessoa. 

A comunicação é muito importante em qualquer relacionamento: o diálogo aproxima e facilita a vida de todos, por isso, criamos diversos canais on-line e off-line para estabelecer contato com todos os envolvidos, inclusive esse pelo qual estamos conversando. Funciona, não é? Essa é a marca Cooperflora. Isso é ser especialista em flores!